Você conhece tudo isso a respeito do câmbio automático?

Você já teve a pretensão de dirigir com um melhor conforto e tranquilidade, sem aquela chateação de conduzir veículos com uma embreagem pesada que só causa desconforto e muita irritação? Então está no momento de obter um carro com câmbio automático!
Além de ser mais macio e mais agradável com o objetivo de se dirigir, inclusive pode ser muito útil para aquelas pessoas com certo tipo de deficiência ou dificuldades em se movimentar, sem mencionar que existem excepcionais modelos com preços incrivelmente acessíveis.
Nesse artigo, nós iremos mostrar para você o que é uma alavanca de câmbio automática, os excelentes benefícios e, também, os inúmeros modelos de caixas de câmbio que têm no mercado.
E aí, você está pronto?

De que maneira funciona a Caixa de Câmbio Automático

Anteriormente praticamente raros no Brasil, os veículos que contam com caixa de câmbio automático obtêm cada vez mais espaço no interior do mercado de carros. Em tempos de antigamente, existiam diversos receios justificados com relação à preservação e ao consumo de combustível dos automóveis com esse modelo de transmissão, porém isso fica cada vez mais longe tendo em vista as evoluções tão presentes nos contemporâneos câmbios automáticos, em particular no que se refere às marcas mais focadas em ter uma ótima qualidade e mais tempo de duração.
Nós vamos falar no que diz respeito à caixa de câmbio automática convencional. Aliás, é preciso salientar uma questão primordial. O padrão das transmissões automáticas, que se tornou bem habitual nos carros, foi inventado por 2 brasileiros, José Braz Araripe e Fernando Lehly Lemos, no ano de 1932, sendo a patente vendida à GM por aproximadamente dez mil dólares. Aliás, conta-se que eles recusaram a outra proposta de somente um dólar a cada veículo automático que fosse comercializado, que logicamente teria sido muito mais vantajosa. O primeiro carro da GM com esse perfil de difusão foi vendido no ano de 1939. No brasil, o primeiro veículo que fez sucesso foi o Ford Galaxie no final da década de sessenta.

Funcionamento da Caixa de Câmbio

Ao passo que o câmbio manual se vale de engrenagens de tamanhos diferentes e engatadas de modo individual, o câmbio automático se apoia em um agrupamento de engrenagens planetárias, com tamanhos os mais variados possíveis e constantemente engatadas entre si, de maneira que a relação da força depende sempre da ordem com que essas engrenagens estão sendo conectadas. O sistema é hidráulico e inclusive faz utilização de um conversor de torque.
Cada uma das engrenagens planetárias conta com 3 itens bastante importantes: a engrenagem coroa, a planetária e sua base e a engrenagem solar. É ao redor da engrenagem solar que as planetárias giram e o agrupamento ainda possui cintas para travar partes de todo conjunto de engrenagens.
Há inclusive um conjunto de embreagens da parte interna, em banho de óleo, e freios os quais permitem, hidraulicamente, o acionamento das engrenagens corretas, criando desta forma as relações de marcha que vão permitir o movimento do veículo.
Além do mais, o conversor de torque, corrente nas caixas de câmbio automáticas que são usadas nos dias atuais, é uma espécie de uma bomba fixada à caixa de marchas (que lança o fluído hidráulico ao redor de todo o sistema), possuindo o estator (que faz a condução do fluxo do fluído) e uma turbina (o qual comporta o fluído). A grande vantagem deste componente é a ampliação do torque do motor.
E, finalmente, é extremamente importante levar em consideração que o câmbio automático moderno conta com inúmeros dispositivos eletrônicos de controle.

Você sabe o que é uma transmissão CVT?

transmissao-cvt As Transmissões Continuamente Variáveis (CVT) são famosas por conceder uma experiência de direção bastante suave e melhorar consideravelmente a eficácia do gasto de combustível, seja ele álcool ou gasolina. Contudo você tem noção de como esse tipo de transmissão tem funcionamento?

De que jeito funciona o câmbio CVT?

Uma Transmissão Continuamente Variável não conta com relações de marchas formadas por engrenagens fixas, como uma caixa de câmbio manual ou transmissão automática. Ao invés disto, uma transmissão CVT deixa que o motor do veículo funcione mediante as rotações por minuto (RPM) mais eficazes em uma série de velocidades dos veículos. A aplicação mais evidente para uma transmissão CVT é quando você está buscando assegurar a máxima eficácia de combustível. Entretanto esta é uma interpretação até singela por demais para um sistema que envolve um pouco de complexidade.

CVT – Prós

Um câmbio automático CVT finaliza com todas as engrenagens de um automóvel. No lugar de 2 engrenagens, existem duas polias conectadas por uma correia. O motor gira uma polia, e a outra é conectada no sentido de transmitir a potência às rodas. A particularidade determinante é que o comprimento das roldanas é capaz de mudar de pequeno para grande, com infinitas variações em cada uma delas.
Dessa maneira, quando você fazer o acionamento do automóvel, a roldana do motor pequena e a outra grande, como uma relação da primeira marcha. Entretanto como o automóvel vai ganhando velocidade, a roldana do motor é suavemente atenuada em tamanho, tal como a outra polia vai aumentando de tamanho. Realmente, você está trocando de marchas o tempo inteiro. Existem determinadas maneiras bastante diversas de conseguir a variação no porte das roldanas, porém o princípio essencial é sempre o mesmo.
O que isso indica para o motorista é que o motor é capaz de deslocar-se diretamente para o apropriado intervalo de giro para um certo modelo de circunstância. Essa sucessão de rotações é caracteristicamente a que fornece a maior eficácia, mais potência ou, logo, mais torque. Uma vez na melhor rotação, o motor somente retém seus giros e as dimensões das roldanas. O produto disso é uma “tocada” um tanto mais suave, mais eficiente e bem mais rápida comparado a um câmbio automático que atua de modo normal.

CVT vale de fato a pena?

Um carro com câmbio automático CVT vai ser bem mais eficiente na utilização de combustível em comparação a um veículo comumente empregado, em particular no tráfego bem intenso ou sempre que você está mudando todo momento a aceleração. Precisa ser mais suave e mais silencioso também. Por outro lado, quanto mais benefícios você é capaz de obter do sistema CVT, mais você vai ter a sensação estranha de estar aumentando a aceleração com a RPM do motor mantendo-se constante. Caso você possa conviver com isto sem qualquer tipo de problema, então uma transmissão CVT pode funcionar excelentemente para você, até melhor que um câmbio automático.

Câmbio DSG – Você já ouvir falar a respeito?

Câmbio DSG (Direct Shift Gearbox), alavanca de câmbio com alternâncias de marchas direta, consegue combinar o que tem de mais avançado nos dois tipos de transmissão, seja ela de modo automático ou manual, dando origem a um câmbio de altíssima eficiência, esportividade e, particularmente, comodidade. Se você está pensando adquirir um carro com esse tipo de caixa de câmbio, é bem importante você dar uma observada no que se refere ao jeito que ela faz o seu funcionamento.

Funcionamento do câmbio DSG?

O princípio de funcionamento do câmbio automático DSG se baseia em duas embreagens que realizam o controle de 2 grupos de engrenagens completos. É como se fossem dois câmbios no interior de somente uma caixa de embreagem.
Sempre que estamos passeando com o automóvel em primeira marcha, a segunda já se encontra engatada. No momento da mudança, simplesmente uma embreagem se desconecta (A) e a outra faz a conexão (B). A alteração então, ocorre de maneira direta.
Consequentemente, um conjunto de engrenagens conta com a 1ª, a 3ª e inclusive a quinta marcha, à medida que o outro conta com a 2ª, a 4ª e também a sexta. As alterações vão intercalando, ora fazendo o uso de uma embreagem ora utilizando a outra num vai e volta sucessivo, até que seja capaz de chegar à sexta ou sétima marcha em somente alguns tipos de automóveis.
Nos dias atuais, quase todos os fabricantes têm sua variante do câmbio de dupla embreagem, e atribuem a eles diversos designações comerciais, como PDK, com o modelo Porsche, PowerShift da Ford, TCT da montadora Fiat, StepTronic do grande BMW, DSG das empresas VW e Audi e SpeedShift dos carros da Mercedes – todos com o semelhante princípio de modus operandi.

Entenda o diferencial do câmbio DSG

A grande diferença quanto à câmbio automático DSG que possui dupla embreagem, é com relação ao modelo de funcionamento da embreagem: seca (dry) ou umedecida (wet).
As embreagens úmidas trabalham com base em óleo, e são empregadas para aplicações de alto torque, em que trabalham com mais energia e calor ainda mais forte e o óleo auxilia a esfriar o câmbio. Em contrapartida, esse tipo de transmissão conta com maior perda da parte mecânica, isto porque o óleo carece de ser bombeado por meio da caixa com o intuito de dar uma esfriada nas caixas de embreagens.
As embreagens secas, consecutivamente, são bem mais eficientes graças ao volume bastante diminuído de óleo bombeado durante o sistema. Isto porque esse modelo de embreagem é projetado a fim de trabalhar com quantidades de torque ainda mais baixos. A transmissão DSG do modelo da Volkswagen, por exemplo, faz uso da embreagem seca para motores com no máximo 250 Nm (25, 5 mkgf), ao passo que a Ford usa a embreagem seca em seu modelo PowerShift para funcionalidades de, também, no máximo, duzentos e oitenta Nm de torque (28, 5 mkgf).

Conheça sobre o Câmbio Tiptronic

 cambio-tiptronic O câmbio automático Tiptronic é um sistema que realiza a substituição de marchas detectando a velocidade (km/h) e a rotação do motor (RPM). O câmbio automático (português brasileiro) ou mudanças automáticas (português europeu) é um sistema empregado em carros e motos para troca de marchas efetuada pelo sistema de transmissão do automóvel, que detecta a relação entre a aceleração (km/h) e a rotação do motor (rpm) para decidir pela troca automática da marcha. Dessa forma, o sistema se objetiva a preservar o giro do motor quase constante e o câmbio, automaticamente, faz a troca das marchas. Nos sistemas modernos com câmbio automático, a troca das marchas está praticamente imperceptível ao motorista.
A partir deste momento, ele decide o momento correto para realizar a troca de marcha, sendo empregado nas montadoras Audi, Volkswagen e Porsche.
Os câmbios manuais usam engrenagens de tamanhos distintos e engates individuais, em contraste com os automáticos que se baseiam num sistema de planetárias, com vários tamanhos e engatadas entre si. Ao invés da embreagem, o câmbio automático usa um conversor de torque, item responsável por conduzir a força do motor para o câmbio segundo a compressão em seu interior.

Sugestões fundamentais quanto ao câmbio automático Tiptronic

A função Tiptronic pode deixar de funcionar, se o conector do sensor que efetua o acréscimo e diminuição de marcha estiver demasiadamente mal encaixado. Execute a inspeção antes de tomar alguma atitude.
Os carros que possuem transmissão automática nunca devem ser rebocados com todas as rodas no solo.
Carros que possuem câmbio automático não podem pegar no tranco.
Procure manter o índice de óleo do câmbio de acordo com as indicações do manual do comprador.
O câmbio automático Tiptronic tem dois trilhos para escolha para realizar as variações de marcha.
As posições P, N, R, D são capazes de ser selecionadas costumeiramente, no trilho esquerdo do console.
No trilho direito do console central do automóvel, a mudança de marchas é efetuada à mão.
A fim de subir as marchas, basta dar um toque na alavanca em direção ao símbolo (+) ou para as diminuições colocar para o posicionamento (-).
Em geral, o câmbio automático apresenta as seguintes opções:

    • P – Park: a fim de estacionar, indicado para dar a partida e desligar o motor do carro. Bloqueia as rodas de tração.
    • R – Reverse: marcha-a-ré.
    • N – Neutral: ponto morto. Posição que é capaz de ser usada ao conceder a partida e desligar. Não bloqueia as rodas de tração.
    • D – Drive: para movimentar o automóvel para frente, utilizado na maior parte do tempo de condução.
    • 4 – 3 – 2 – 1: Posições que possibilitam o travamento das marchas 4, 3, 2 e 1. O bloqueio é utilizado em situações excepcionais na ocasião em que o veículo muda muitas vezes de uma marcha para outra.

Câmbio manual – Entenda a respeito

No sistema de Câmbio manual, a marcha adequada para o deslocamento veicular é escolhida por meio do posicionamento da alavanca do câmbio, instalada na cabine do condutor. Consoante o padrão do veículo, ela pode ser auxiliada por válvulas pneumáticas ou hidráulicas.
A alavanca da alavanca de câmbio opera com um mecanismo de escolha de marcha e engate simultâneo à embreagem. Na operação de mudança de marcha, a função do uso da embreagem é a de suspender o torque do motor. Ou seja, o motor e a transmissão são desconectados, no decorrer da troca de marcha (de maneira que o motor é capaz de seguir funcionando, mesmo se o veículo encontrar-se imóvel), e reconectado, gradualmente, por meio da embreagem.
O movimento da alavanca de marchas para o lado seleciona as hastes (seleção das marchas). Caso a alavanca seja movimentada para frente, faz engatar uma determinada marcha para o veículo avançar. Caso ela seja movimentada para trás, engata a marcha à ré.

Entenda as conveniências do câmbio manual

    • Veículos com câmbio mecânico são mais econômicos e mais baratos do que os automáticos.
    • A caixa de câmbio manual admite a maior quantidade da marcha que o automático.
    • A preservação do sistema de transmissão mecânica é mais barata, não exigindo serviço técnico especializado.
    • Em carros equipados com câmbio manual, o gasto de combustível é menor do que o automático, principalmente em áreas que impõem o uso constante da embreagem, como os perímetros urbanos.
    • Em comparação aos veículos que possuem transmissão automática de marchas, o rendimento do câmbio mecânico é mais adequado.

Inconvenientes acerca da caixa de câmbio manual

A marcha não entra
Este problema é bastante comum em transmissões manuais. No momento em que o pedal da embreagem é pressionado, a marcha não entra, quer dizer, não troca. Pode vir a acontecer com o automóvel parado ou na ocasião em que o condutor deve fazer a mudança de marcha.
Barulhos no câmbio em ponto morto
Um nível, de fluido bastante baixo – ou uso de lubrificantes inadequados – ainda pode gerar barulhos, mesmo na ocasião em que a marcha está em ponto morto. Em sistema de câmbio manual, é inclusive um sinal de que determinadas peças podem estar desgastadas e carecem de ser modificadas.
Transmissão não responde satisfatoriamente
Se a transmissão é manual, é possível notar que após fazer a alteração de velocidade (marcha), o automóvel acelera, porém não desloca-se tão ligeiro quanto o motor está empurrando. Nessa situação, o inconveniente é capaz de ser simplesmente uma embreagem avariada ou é capaz de ser outro problema mais grave.
Aroma de óleo queimado
A presença de aroma de óleo queimado pode significar sobreaquecimento da transmissão. Em condições habituais, o fluido de transmissão não somente garante a lubrificação, como faz a manutenção da temperatura correta, impedindo que os componentes se queimem.
Em determinados veículos, a caixa de marcha tem seu devido radiador esfriando e conduzindo o fluído a fim de transportar o calor para bastante longe da unidade de disco.
A principal razão para o sobreaquecimento na caixa de câmbio é o nível de óleo inapropriado para a transmissão. Outro motivo é capaz de ser a existência de sujeira no fluido e é preciso trocá-lo.

Câmbio Automático Dualogic

cambio-automatico-dualogic Você, certamente, possivelmente já ouviu falar nos câmbios Dualogic. Em território brasileiro, a Fiat lançou esse modelo de veículo para simplificar a troca de marcha manual. Com o Dualogic, as alterações são feitas de uma forma mais rápida, mas sem perder a potência do motor. Figura-se como um sistema que automatiza a mudança de marcha da caixa de câmbio manual.
Dentre os benefícios do câmbio Dualogic encontram-se o menor uso de energia, e, consequentemente, de propagação de poluentes no meio ambiente, e a potência do motor mantida durante as mudanças de marchas, que podem ser manuais ou automáticas.
A transmissão automatizada é uma opção de baixo custo ao câmbio automático e preserva o sistema mecânico tradicional, minimizando desse jeito ainda os custos de preservação. Além dos carros, ela é capaz de ser achada em caminhões e ônibus, inclusive.

Inconvenientes do câmbio Dualogic

Mas, esse perfil de câmbio não é livre de problemas. Há alguns inconvenientes que chateiam a vários proprietários.
Em uma das ocorrências, um Grand Siena 2012 mostra luz de bateria ligada e alerta de falha no Dualogic. O problema somente ocorre na ocasião em que há troca de marcha e depois do aviso, o sistema passa a substituir de segunda para quarta ou simplesmente mantém-se em ponto-morto, parando o automóvel.
Outro Grand Siena Dualogic, contudo de 2013, ainda mostra problemas no automatizado. Ao engrenar a ré, o equipamento avisa para deixar em neutro e, também, fica imobilizado. A grande parte dos casos de defeitos no Dualogic são aliados ao sedã compacto, mas há casos de Punto inclusive.
No Punto, por exemplo, um exemplar correu os primeiros 2.000 Km com a avaria, sendo 500 km apenas em testes de concessionária. Sempre em viagem, o câmbio passava para o neutro e o motor desligava. A Fiat garante que os casos foram atendidos na garantia e que os defeitos estavam relacionados com componentes diferentes, não qualificando vício sistêmico. Ou melhor, não tem necessidade de um recall.
Desde que o câmbio Dualogic foi disseminado, no ano de 2008, a Fiat costuma fazer melhorias no software com o intuito de acabar com os problemas que ocorriam na transmissão automatizada, realizadas nas autorizadas. Mesmo assim, até os dias atuais proprietários de Fiat reclamam de problemas de funcionamento – ou o câmbio não substituição as marchas ou não engata nenhuma, mesmo em automóveis zero.

Comprar um Fiat com câmbio Dualogic – Vale a pena ou não

Você que deseja um melhor conforto e tranquilidade para conduzir seu carro pelas avenidas e está pensando em obter um Fiat Dualogic deve pensar muito bem antes de adquirir um automóvel destes. Independentemente do seu interior extremamente bem feito, oferecendo aconchego e bastante espaço, não são poucas as reclamações com relação aos carros com sistema Dualogic. Os problemas relatados são inúmeros entre eles:

    • O câmbio não substituição ou não engata nenhuma marcha;
    • A marcha ré não costuma atuar;
    • O câmbio trava sempre no “Neutro”.